quarta-feira, 21 de julho de 2010

uma noite em 67



Outro trailer de filme que desejo ver: "Uma noite em 67". Após abrir o último festival É Tudo Verdade, está competindo na Mostra de Cinema de Paulínia. Muito engraçado ouvir o Chico Buarque dizer que depois de ver Caetano e Gil com suas roupas coloridíssimas, ficou "com aquela cara de smoking".

quinta-feira, 15 de julho de 2010

conversas sobre Vinícius (2)

Depois de sonhar com o Vinícius, vale a pena ver a segunda parte da conversa entre José Castello e Sérgio Cabral sobre o nosso poetinha:

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1298117-7823-VINICIUS+DE+MORAES+E+RELEMBRADO+EM+CONVERSA+ENTRE+SERGIO+CABRAL+E+JOSE+CASTELLO,00.html

segunda-feira, 12 de julho de 2010

quarta-feira, 7 de julho de 2010

amor, amor

Uma das canções do musical-rock, Bete Balanço. O clima de desbunde da época da abertura, nos inícios dos anos 80, foi muito bem captado neste filme escrito e dirigido por Lael Rodrigues. Debora Bloch bem novinha e super à vontade. Cazuza, Lauro Corona e outros ícones do período surgem aqui e ali ao longo da narrativa leve, despretensiosa e cheia de estilo. Se o cinema brasileiro fosse mais cuidadoso consigo mesmo, já seria um cult há muito tempo.

Ezequiel Neves e Agenor

Uns fazem anivesários e outros partem... Ironia do destino que Ezequiel tenha partido exatamente vinte anos depois de Agenor... Fica o depoimento desta figura essencial para a história do rock brasileiro.

Ringo, 70

Quem diria que hoje, 7 do 7 de 2010, o primeiro Beatle ingressaria na faixa dos setenta anos? Parabéns, Richard Starkey!

terça-feira, 6 de julho de 2010

Mais Ivan

Outro Ensaio, com Ivan. Este, mais recente...

segunda-feira, 5 de julho de 2010

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Be my babe



Sucesso das Ronettes em 1963, ano em que os Beatles, Brian Wilson e Phil Spector começavam a reoxigenar o rock'n roll da gurizada. Essa canção também serve de fundo musical para os belos créditos de abertura do filme "Caminhos Violentos" (Mean Streets) de Martin Scorsese, do ano watergate de 1973. Durante o seu "final de semana perdido", também nos idos de 73/74, John Lennon fez uma interpretação bem ao seu estilo de Be my babe...

fazer cinema

Cinema se faz pensando
                      sonhando
                      assistindo
                   ao caminhar
                       acordado
                  conversando.

Cinema tá em todo lugar:
mesmo com
a televisão fora do ar
o projecionista no banheiro
o filme não distribuído
a luz apagada
e o sol que se escondeu.

Cinema na literatura
Cinema de bar
Cinema entre amigos

O olhar enquanto câmera
sem limites de tempo, ideias
e orçamento.

Cinema de todos os modos
ativos e contemplativos
possíveis.
                    

sábado, 19 de junho de 2010

Penny Lane



Penny Lane é uma avenida e também um bairro em Liverpool. Quando estive lá era como se eu estivesse na minha Avenida Independência ou na Lauro Linhares, só que no universo paralelo dos ingleses. No final dela há um entroncamento onde se vê um terminal de ônibus. Tudo muito normal e pacato. E ao mesmo tempo mágico.
As pessoas daquela cidade me pareceram muito mais receptivas e vivas do que os londrinos. A maioria dos liverpudlianos estavam super dispostos a conversar - e não apenas a informar polidamente a quantas quadras ficava determinada estação de metrô ou parada de ônibus.
O dono do albergue em que fiquei tinha a mesma idade dos Beatles e havia convivido com eles todos. Não gostava do John Lennon pois este lhe parecia extremamente agressivo e desagradável. Típico arruaceiro líder de gangue ao seu ver. Chegou a me contar com detalhes o dia em que o viu em confronto com outra gangue do bairro. Elogiou Paul McCartney e disse que a sua música dele predileta era No more lonely nights. Mas, com certeza,  nenhum Beatle se comparava ao seu cantor favorito: Willie Nelson. A casa era repleta de fotos e souvenires do artista country americano.
Tive ótimas conversas com aquela gente calorosa, simples e interessante. Além disso, a luz inédita daquele verão setentrional em alta latitude me deixava com os sentidos e o ânimo aguçados. Os dias inteiros tinham então a claridade lusco-fusco de um final de tarde prolongado.

futebol de verdade (2)



Brasil e Argentina pela Copa América de 89. Dunga como jogador podia não ser um Falcão ou um Paulo Isidoro, mas pelo menos era muito melhor do que os Felipe Melo e Gilberto Silva da vida. Seja como for, tremo só de ver os atacantes que nós tínhamos em comparação com a triste safra contemporânea. Brasil, mostra a tua cara!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

futebol de verdade



Primeira partida da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1982. Contra a União Soviética. Futebol bem jogado, com categoria e inteligente.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Ensaio - Ivan Lins (74)



Infelizmente, por enquanto só alguns techos disponíveis no youtube...

domingo, 13 de junho de 2010

a felicidade



Show da Gal Costa hoje à noite em Florianópolis. Ela e o violão múltiplo do Luiz Meira. Voz intacta e grande presença e simpatia com o público. Nunca tinha visto a Maria da Graça tão disposta a conversar. Falou da musicalidade portuguesa que de alguma forma  vincula os sotaques da Bahia e da Ilha de Santa Catarina. Achava a baiana um tanto blasé nas entrevistas e depoimentos que assisti pela vida afora. Ao vivo foi bem melhor. Nada de estrelismos e frieza protocolar. Programa de gala, sem dúvida. Viva a Gal!

domingo, 6 de junho de 2010

Sarah Miles



Sarah Miles em A fiha de Ryan (Ryan's Daughter) de David Lean (1970). Bela trilha de Maurice Jarre.

Elevado 3.5 (II)



Mais cenas do filme, sob a trilha sonora de Eduardo Nazarian e Guilherme Garbato.

Cidadão Boilesen



Outro trailer de um filme que quero assistir: Cidadão Boilesen. Ganhou o Tudo é Verdade de 2008. Trata do envolvimento da sociedade civil com o aparato de repressão e terror do regime militar brasileiro.

sábado, 5 de junho de 2010

Godard, Truffaut e a Nouvelle Vague





Chamadas do documentário que eu quero assistir (a de cima, em português, a de baixo, legendada em inglês). A história da relação criativa e tumultuosa desses dois me interessa bastante. Tempos de ousadia e invenção.

Elevado 3.5



Acabou de estrear o documentário sobre o famigerado e controverso viaduto Minhocão, elevado de 3,5 quilômetros que conecta o Centro de São Paulo à Barra Funda. O filme já é um pouco antigo, tendo sido o vencedor do festival É Tudo Verdade de 2007.  Decerto, conseguiu chegar no circuito comercial de cinema em função da polêmica atual envolvendo a possibilidade de demolição deste monumento monstruoso à urbanidade caótica e hostil. Porém, pelo que pude ver nas resenhas de jornal, o filme retrata justamente o contrário do que se poderia esperar sobre uma obra como esta. É a partir do humano que brota e vive ao redor e em função do Minhocão que os diretores desdobram o fio narrativo do Elevado 3.5.
Direção: João Sodré, Maíra Buhler e Paulo Pastorelo.